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Sonhos são aves mansas Imprimir Enviar para um amigo
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Escrito por António Aguiar, em 18-08-2008 15:57
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Complexo
Afinal está desperto.
Considero o meu mundo
O seu desejo
O caminhar no meu mundo
O dever e do pensamento.
Sonhar é a razão de se existir.
Mentir.
Já se ter existido.
Aqui.
Vejo e te convido adentro.
Viste porque te encontravas
Sou de um tempo também seguro.
E também aí me encontro.
Vens de passear o seu poeta.
Serei eu o seu mundo
Ou nada a mais ninguém.
Serei ou mais alguém
O seu verbo aumenta
Chega mais claro
Mas te importas
Deveras o denotas
Exististe. Válido.
A tua soma denota
O teu ver é mais além
Não espera. Acertaste.
Complexo e divino o tempo.
O teu poeta é assunto.
Vive em ti és tu portanto.
Acredita no meu ver.
Não é de temer o saber
Mas antes de o não o ter.
O meu poema importante
O meu querer de se ver
O mundo que é de pensar
O refresco no continente.
O verbo de se falar.
Amar é de se ter além
Mas de além mesmo de além.
Mas do mesmo afinal
O ter mesmo de o ter
Ou nada do dever.

Publicado em : Literatura, Poesias
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