| Sonhos são aves mansas |
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Complexo Afinal está desperto. Considero o meu mundo O seu desejo O caminhar no meu mundo O dever e do pensamento. Sonhar é a razão de se existir. Mentir. Já se ter existido. Aqui. Vejo e te convido adentro. Viste porque te encontravas Sou de um tempo também seguro. E também aí me encontro. Vens de passear o seu poeta. Serei eu o seu mundo Ou nada a mais ninguém. Serei ou mais alguém O seu verbo aumenta Chega mais claro Mas te importas Deveras o denotas Exististe. Válido. A tua soma denota O teu ver é mais além Não espera. Acertaste. Complexo e divino o tempo. O teu poeta é assunto. Vive em ti és tu portanto. Acredita no meu ver. Não é de temer o saber Mas antes de o não o ter. O meu poema importante O meu querer de se ver O mundo que é de pensar O refresco no continente. O verbo de se falar. Amar é de se ter além Mas de além mesmo de além. Mas do mesmo afinal O ter mesmo de o ter Ou nada do dever.
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