| Destino |
|
|
|
Despertam versos abandonados, Nas madrugadas do acaso, Fluem feito rios ao encontro dos oceanos, Mesclados de certezas e descaso. Reluzindo nas estrelas Que permeiam os céus do coração, Florindo nos lábios, uma doce canção, Onde a poesia interpelas. Aguçando os sentidos, Alforriando os desejos reprimidos, Causando alvoroço, na saudade que goteja, Na veemente ânsia de tocar-te, Murmuram versos fugazes em desalinho, Aonde flameja nosso destino.
|
| < Anterior | Próximo > |
|---|