
Perfeito... Melhor "impossivel"... Amei... ^^"
Meus parabéns... =D
Tem talento fiote... Continue assim... 8)
| Cap.II- Adotando Ideais- Nova República- As novidades do que não mudou. |
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| Artigos Científicos - Ciências Sociais |
Escrito por Hal Wildson |
Qua, 14 de Janeiro de 2009 09:30 |
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E ASSIM COMEÇA OUTRA HISTÓRIA.
O período de Colonização do Brasil, não foi nada mesmo do que um tempo de concretização de idéias; fora o esqueleto de uma sociedade idealizada hoje, um conjunto de ramificações eurocêntricas, que de acordo com a histórias foi sustentando-se sozinha na realidade do País. Aos poucos, a ocupação estrangeira no continente foi moldando tal sociedade, criando um protótipo perfeito: "o homem branco (europeu) de bons costumes e civilizado". E tais idéias foram empregadas de acordo com a construção da sociedade Brasileira. Assim como se ensina o "B - a, Bá" à uma criança, o brasileiro cresceu; e desde sempre fora educado pelos olhos de um europeu; o brasileiro ao invés de assumir a sua identidade, ele passa a viver a realidade de outros pensamento. O Brasil hoje, é uma sociedade que luta cada vez mais para se livrar do seu aprisionamento ético: "ainda uma sociedade corrompida, massificada". Assim, da mesma forma que aprendemos e ensinamos a nossos filhos; só assim seria possível a começo de outra História. O Brasil fora construído entre dois distintos parâmetros, a reforma de uma dualidade entre o que somos e o que gostariam que fossemos. A contradição entre o pensamento europeu e os costumes dos nativos, uma oposição de valores, onde venceram os mais fortes; os que perdem são dominados pelos vencedores. Em geral, nós brasileiros aprendemos a observar e acreditar no que está em nossa frente, e ainda menosprezarmos nossa própria cultura, os nossos costumes, e acabamos nos prendendo a valorização as práticas culturais estrangeiras, simplesmente por não conhecermos nossos verdadeiros traços culturais; e esse é só um dos efeitos da massificação: "admirar os senhores do poder e desmerecer o que somos". Quando analisamos uma igreja dourada, repleta de detalhes e exuberância, custamos nos lembrar que centenas de escravos morreram em sua construção? Quando usamos ouro ou prata lembramos-nos dos milhões de escravos que desfaleceram em sua captura? E sabe por que não indagamos? Porque ainda nos vemos como filhos da Europa, e "quem sabe se eu pudesse nem no Brasil eu morava", é esse a idéia de grande parte dos cidadãos Brasileiros. Afinal, é ou não é que tudo que é o bom vem de fora? Foram os sangues de índios e negros que cruzaram o solo, e hoje são eles os diferentes, os discriminados. Basta refletir e veremos que o mesmo sangue derramado no chão, é aquele que corre em nossas veias; nós não passamos de um produto de miscigenação: índios, negros, mulatos, mamelucos, europeus, somos um pouco de cada, por fim Brasileiros. A CONSTRUÇÃO Da mesma forma que uma árvore, o nosso país passou por uma série de obstáculos até poder dar frutos. A árvore foi cultivada, se tornou um arbusto, um tronco, e enfim brotou- se a primeira flor; foi esta a certeza de que o Brasil se tornaria em uma verdadeira árvore do capital. A árvore deu frutos, e antes que caísse qualquer um ao chão, os frutos já haviam sido colhidos. A árvore cresceu, e fora regada com os mesmos dogmas europeizados, a árvore se tornou adulta e ainda dão frutos, frutos europeus. Da mesma forma que uma árvore, o Brasil pode "apodar" seus galhos e progredir com outro método de cultivo. Sendo assim até amadurecerem os nossos verdadeiros frutos, criando novos traços ideológicos, novos pensamentos propriamente cultivados. A idéia da mulher submissa e do marido dominador nasceu desde os primeiros tempos "europeus"; a literatura romântica ascendida na Europa, criando a expectativa da mulher como símbolo de feminilidade na realidade européia, e esse é só um exemplo. E claro que as mulheres coloniais eram símbolos inferiores à postura maxista; foram enclausuradas, desprezadas, vigiadas, espancadas, perseguidas e até hoje ainda há perspectivas do relacionamento "moderno"afins ao século passado. Muitas das mulheres coloniais viviam encarceradas, mas algumas lutavam por liberdade e se tornavam senhoras do seu próprio destino. E mesmo aquelas que não conseguiam acabavam procurando outros métodos de se posicionaram não mais inferiores aos homens sejam por meio de linguagens, de opiniões, discussão ou conhecimento. Assim como em toda situação de inconformação, a ação humana consiste em buscar saídas para essas realidades. Nem sempre as mulheres foram vistas como dóceis, delicadas, meigas e submissas aos homens; foi essa reviravolta que contrariou ao estereótipo imposto pela história tradicional. A criação da mulher moderna, a liberdade individual, e a igualdade ética, eram aspectos que vinham a se desenvolver, mas que precisam desenvolvessem cada vez mais dignas. "(...) as mulheres brancas, ao contrário de viverem enclausuradas, requisitavam divórcio, exerciam atividades comerciais e até mesmo rompiam com o discurso oficial do saber e da religião (...)". (Vernâncio, Renato Pinto. Nos limites da Sagrada Família. Rio de Janeiro Graal, 1986 ). Era isso o que se esperava para "mulher branca", de duas décadas atrás. E a mulher negra? E a mulher indígena? Para estas outras realidades?Em uma sociedade que se divide em cor, raça, gênero e sexo fica difícil apelar para a ruptura de preconceitos e a desigualdade social, que discutiremos no decorrer desse trabalho. São estes retratos de nossas retardatórias ideologias que acolhemos para o "ser livre". Afinal, somos realmente livres? Como nos libertamos desses preceitos? A LIBERDADE!? "E bem verdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer; a liberdade política não consiste em fazer o que se quer. Num Estado, isto é, numa sociedade em que existem leis, a liberdade só pode consistir em poder fazer o que se deve querer e a não ser coagido a fazer o que não se deve querer. É preciso ter em mente o que é independência e o que é liberdade. A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; e se um cidadão pudesse fazer o que elas proíbem, ele não teria mais liberdade, porque os outros também teriam esses poder". (MONTESQUIEV. O espírito das Leis. Fn: WEFFORT). Nós brasileiros, somos por lei: livres para fazermos tudo encima das regras; sendo assim, de tais formas somos um povo livre. Mas será que de acordo com as diferenças sociais de capital, cor, gênero e sexo, fazem com que a lei se corrompa? Ou será que a lei se molda de acordo com a sua renda mensal? Na verdade o que parece é que não fazemos cumprir com essa liberdade; ao contrário que pensamos, somos todos aprisionados a esse trauma ideológico. Dessa forma, acabamos nos poupando de nosso livre arbítrio, e ao invés de livre, passamos a ser dependentes; não somos capazes de viver em independência, sempre fomos parasitados às grandes supremacias, assim como um pequeno lote de terra o Brasil deixa de ser "dependente" e passa a viver as virtudes de outra ordem; e quando me refiro ao Brasil, estou referindo - me inclusive a aqueles que formam uma sociedade injustamente discriminante, são estes que ainda nos mantém presos ao nosso passado colonial; mas ao contrário de antes não somos explorados pelo nosso trabalho, mas sim manipulados por nossos falsos interesses, por nossas mal-criadas ideologias. "O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o que, tendo cercado um terreno, lembrou - se de dizer: isto é meu; e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditá-lo.Quantos crimes, guerras, assassínios, misérias e horrores pouparia ao gênero humano aquele que, arrancado as estacas ou enchendo o fosso, (...) tivesse gritando a seus semelhantes: "Deixai-vos de ouvir esses impostores; estareis perdidos se esquecerdes que os frutos são de todos e que a terra não pertence a ninguém! (...)". (ROUSSEAU, J. - J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São Paulo, Abril Cultural, 1978.). UMA SOCIEDADE CALADA. Assim que uma coisa é comunicada, ela passa a exigir a partir do momento em que se torna noticia, se isso não acontece, ela deixa de existir; essa é uma grande força dos meios de comunicação. Em uma sociedade padronizada, onde todos acreditam em tudo o que é mostrado na TV, a mesma passa a ser totalmente fácil de ser manipulada. A comunicação tem o poder de revelar, esconder, ou alterar a realidade ela pode criar uma notícia fictícia para piorar ou não a situação de um resumo, ela tem a força de construir a realidade. E nós o que podemos fazer contra isso? Você já pensou porque você acha o quê você acha? Ou porque você pensa como pensa? Esses conceitos são contribuídos principalmente pela sociedade familiar ou social em que vivemos. Quem ensinou para você as palavras, quem deu as definições das palavras, ou a descrição de pessoas? É ai que começamos a ver o quê nós somos, e, em grande parte, o que achamos que os outros são. E na medida em que certos preconceitos se conceituem realmente, então passamos a generalizar nossas idéia, e homogeneizar nossos conceitos sobre a sociedade que nos rodeia. Vamos percebendo que os outros pensam e acham a nosso respeito, e aos poucos formando nossa identidade e caráter pessoal. Em grande parte passamos a nos condicionar a influências exteriores, principalmente pelo fato de termos de aceitar o posicionamento a e as definições das relações sociais que nos foram descritas. Será que dentre as conceituações que nos são dadas ou que nos acostumamos a dar, pressupõem toda a verdade? Será que algumas delas não tendem a diminuir ou a aumentar algo que realmente somos? É isso que devemos descobrir; formar nossa subjetividade ideológica. Essas ideologias estão presentes nas superestruturas sociais, que são as instituições políticas, jurídicas, morais. Já no plano psicológico individual, as ideologias movem-se em junção da história devida e da inserção específica de cada um. Em nossas vidas vivemos falsas ideologias, cujo quais aprendemos a cultivar. A idéia, "quem estuda triunfa", é um dos exemplos de uma falsa concretização ideológica; para triunfo é preciso sorte, tenacidade, muita força de vontade e a moldação de nossos ideais; contudo, fica muito mais fácil criar uma opção ideal de um determinando problema, o fato é que essa afirmação fora muito mal interpretada, pois não são todos que alcançam o triunfo. Evidentemente podemos notar que nem todas as ideologias são reais, ou sinceras. As ideologias servem principalmente para pintar uma realidade, e esconder-nos a verdade, assim as pessoas aprendem a se conter com aquilo que lhe é mostrado, sem proteção ou escolher perde suas idéias, e passa a acreditar em outros. Observando outras situações, o quem são os "americanos" para nós Brasileiros? De forma homogênia, a própria cultura Brasileira criou um pressuposto sobre essa "nação". As notícias e telejornais em geral, nos dão uma impressão de superioridade dos estadunidenses, principalmente por não terem o conhecimento de outra validade. Contudo com estudos sociológicos e filosóficos, os ingênuos passam à criticar e julgar os estadunidenses de uma outra forma, ao contrário de heróis, inabalados e invencíveis. Para eles somos nada mais que símbolos do carnaval, do samba, do futebol, ainda assim regressos, mas interessantes: "os porcos do samba", são esses os olhos que grande parte dos "americanos" nos olha. Precisamos aprender a olhar as coisas de modo parcial, antes de criar um herói ou um vilão crie idéias verdadeiras disso, talvez seja essa uma das únicas formas de não distorcer ou esconder a realidade, precisamos moldar nossos conceitos. "10% dos mais ricos, recebem o equivalente a 47% dos mais pobres e também ganham em cima dos mesmos. E considerável que 1,2 bilhões de habitantes do mundo todo são classificados como miseráveis que vivem com menos de um dólar diário". Baseado em; (GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre, Mundo Jovem, 1995; Cap. II, V. 7). "A ESCRAVIDÃO MODERNA" No final da década de 90, Serra Leoa (África) inspirava um cenário de conflitos baseados na desordenadas buscas de seus Diamantes. As transações de comercio ilegal, exclusivamente em Serra Leoa; movimentadas por grandes grupos empresariais, provocam as sociedades africanas: além de uma interna Guerra Civil no continente, ainda deixam evidentes vestígios de miséria e morte. Assim como na final da década, entretanto hoje, países como o Iraque, Afeganistão, Angola e Serra Leoa são alvos do trafico internacional de diamantes, onde milhares de Africanos sobre a ditadura civil são obrigados a trabalhar nas buscas pelo minério. E ainda, mesmo após a assinatura de 40 países ao acordo de paz: The Kimberley Process, em janeiro de 2003, os diamantes ilegais continuam sendo vendidos internacionalmente, e ainda encontra-se um sem - números de soldados infantis. A Guerra Civil entre as principais forças agentes do governo e a Força Unida Revolucionaria (FUR), desencadeiam até hoje um movimento de mortalidade, e a consolidação de um dos países mais miseráveis do mundo, movidos pelo contrabando de diamantes, e a revolta dos bandoleiros rebeldes, constituinte desde 1992, e atualmente já matou milhares de pessoas. A exclusiva atuação da FUR no comércio ilegal de diamantes toma posse de toda a região leste de Serra Leoa, obtendo a cada ano um lucro de milhões de dólares. Sendo parte de tais lucros investidos principalmente em armas e munições, a cada ano chegam a África milhares de toneladas, outra parte dos lucros são utilizados para uso próprio, e inclusive para acordos e ações políticas ilegais, como suborno, a autorização da exportação das pedras ilegais, etc. Atualmente, estopim demais um conflito civil em Serra Leoa, cedeu pela interferência da ONU (Organização das Nações Unidas) em suas negociações; com a tentativa de livrar os prisioneiros de suas posses, o que ocasionou o combate do Governo contra cerca de 15 mil soldados da FUR, entre eles, crianças, homens e adolescentes, sendo muitos deles obrigados ao incesto, abuso sexual, e a decapitação de membros; muitos vezes tido como um simples modo de ganhar a vida. A ascensão desses exércitos leva as aldeias ao terror, com a comum prática de mutilagem e massacres à população. Ainda assim, mesmo sem tanto conhecimento como devíamos ter do assunto, nos ponha-mos a pensar outra maneira de compreende-los, além de somente assistirmos à novelas das 8hrs, ou à telejornais possíveis. Entretanto, enquanto a África perpassava por conflito civil interno, nós assistimos à programação diária a chegada de um celebre da igreja católica em nosso país, o novo Papa Bento XVI, sendo assim, querer colocar em pauta a caridade e o senso cristão do Papa, podemos dessa forma pensar até que ponto chegara à demagogia da televisão e a política Brasileira. Será que em algumas das coroas ou dos santuários majestosos do Papal não haveria uma das Pedrinhas de Serra Leoa? Poderia o nosso excelentíssimo Papa ter vindo ao Brasil somente para cumprir sua carga horária ou teria algum interesse em conhecer o seus problemas? Teria o Papa dado algum apoio contra o tráfico internacional? De tal forma, o que mais nos abala ao pensarmos em "Diamante de Sangue", é uma analógica lembrança entre os meninos soldados, e os meninos do trafico, que assolam as favelas do Rio de Janeiro. Contudo, o que pode ser notado evidentemente é que cada vez mais, a tendência intrínseca em nossas vidas, e o que deveria ser feito principalmente por nossos órgãos governamentais não está sendo feito. "A extração de diamantes, que deixam muitos dos nativos da região expostos as conseqüências escravistas, tratados de forma sub-humana, sofrendo em mãos dos grupos rebeldes". Mais uma das marcas de um passado Colonial. Baseado nos argumento Críticos referentes à; ( nungo.com.br/críticas, idéias e Cultura. Monday, August 27, 2007) Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar :
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