Já eram 23:30 hs, quando entramos no clube, em dois casais, para o tão esperado Baile do Chop anual, aquela noite prometia:chucruts, chop e dança.
Nos dirigimos á mesa, minha esposa e eu, minha irmã com seu marido e, sentados, aguardávamos mais uma amiga, prestes a chegar.
Minha irmã, vaidosa como ninguém, havia comprado especialmente para aquela ocasião, um belo e chamativo vestido.
Ela sempre foi diferente, para começar é loira, nada de anormal, pois a cada geração em minha família, alguém trás consigo a informação genética de algum antepassado Italiano, de resto, vaidosa, teimosa, cabeça dura mesmo.
Lá estava ela, no alto de seus 1.74, ou melhor, já 1.80, dado o tamanho dos saltos, loira, cabelos lisos longos, e um deslumbrante vestido vermelho, tipo “cheguei”.
Enquanto meu cunhado e eu, testávamos a qualidade do chop, minha esposa não cansava de elogiar o belo vestido que ela lindamente trajava:
-Que lindo cunhada, onde tu comprou?
-No shopping, comprei o vestido, os sapatos e a bolsa! – disse minha irmã. – revirei até achar um conjunto na loja, que fosse exclusivo. – completou.
Enquanto conversavamos, minha irmã aguardava ansiosa sua colega professora chegar, para que pudessem conversar um pouco, antes das luzes apagarem e o baile começar, coisa de mulher, trocando em miúdos, acho que ela queria que também sua amiga, se rendesse a seu bom gosto.
Meu cunhado e eu, já a esta altura flertando com a máquina de chop, começávamos a dar folga ás gravatas.
Eu mesmo detesto ternos, só comprara um, por medo de ser enterrado com um alugado, acabando por dar prejuízo a família.
Já passava da meia noite, quando veio em nossa direção uma linda moça, que de inicio, era só sorrisos...
Lá estava ela, no alto de seus 1.74, ou melhor, já 1.80, dado o tamanho dos saltos, loira, cabelos lisos longos, e um deslumbrante vestido vermelho, tipo “cheguei”, ou seja, algum demente, clonara minha irmã.
Agora tínhamos á mesa, duas mulheres enganadas por uma vendedora inescrupulosa,vítimas do que se poderia chamar de “venda casada”.
Minha esposa, muito educada, sabia não ser de bom tom sorrir de uma desgraça destas.
Já meu cunhado e eu, não conseguíamos nos conter, e mesmo sob olhares raivosos de minha irmã e sua bela amiga:
-Amor, não vai nos apresentar tua irmã gêmea?! – diz meu cunhado.
-Me leva pra casa já bobalhão, quero trocar de roupa! – disse brava.
-Pra que, vocês estão lindas, parecem duas bonecas! – tentou acalmá-la meu cunhado.
-É?!...palhaço, só se for as Barbies do capeta!!! - retruca minha irmã irada.
Nos dirigimos á mesa, minha esposa e eu, minha irmã com seu marido e, sentados, aguardávamos mais uma amiga, prestes a chegar.
Minha irmã, vaidosa como ninguém, havia comprado especialmente para aquela ocasião, um belo e chamativo vestido.
Ela sempre foi diferente, para começar é loira, nada de anormal, pois a cada geração em minha família, alguém trás consigo a informação genética de algum antepassado Italiano, de resto, vaidosa, teimosa, cabeça dura mesmo.
Lá estava ela, no alto de seus 1.74, ou melhor, já 1.80, dado o tamanho dos saltos, loira, cabelos lisos longos, e um deslumbrante vestido vermelho, tipo “cheguei”.
Enquanto meu cunhado e eu, testávamos a qualidade do chop, minha esposa não cansava de elogiar o belo vestido que ela lindamente trajava:
-Que lindo cunhada, onde tu comprou?
-No shopping, comprei o vestido, os sapatos e a bolsa! – disse minha irmã. – revirei até achar um conjunto na loja, que fosse exclusivo. – completou.
Enquanto conversavamos, minha irmã aguardava ansiosa sua colega professora chegar, para que pudessem conversar um pouco, antes das luzes apagarem e o baile começar, coisa de mulher, trocando em miúdos, acho que ela queria que também sua amiga, se rendesse a seu bom gosto.
Meu cunhado e eu, já a esta altura flertando com a máquina de chop, começávamos a dar folga ás gravatas.
Eu mesmo detesto ternos, só comprara um, por medo de ser enterrado com um alugado, acabando por dar prejuízo a família.
Já passava da meia noite, quando veio em nossa direção uma linda moça, que de inicio, era só sorrisos...
Lá estava ela, no alto de seus 1.74, ou melhor, já 1.80, dado o tamanho dos saltos, loira, cabelos lisos longos, e um deslumbrante vestido vermelho, tipo “cheguei”, ou seja, algum demente, clonara minha irmã.
Agora tínhamos á mesa, duas mulheres enganadas por uma vendedora inescrupulosa,vítimas do que se poderia chamar de “venda casada”.
Minha esposa, muito educada, sabia não ser de bom tom sorrir de uma desgraça destas.
Já meu cunhado e eu, não conseguíamos nos conter, e mesmo sob olhares raivosos de minha irmã e sua bela amiga:
-Amor, não vai nos apresentar tua irmã gêmea?! – diz meu cunhado.
-Me leva pra casa já bobalhão, quero trocar de roupa! – disse brava.
-Pra que, vocês estão lindas, parecem duas bonecas! – tentou acalmá-la meu cunhado.
-É?!...palhaço, só se for as Barbies do capeta!!! - retruca minha irmã irada.
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