Vou fazer o supletivo segundo grau,quer dizer,prestar exames para a conclusão do ensino médio.
Resolvi ser culto...basta,cansei!...ser homem médio até é legal,mas chega em um ponto que enche!.Quero ser um erudito,sorver o néctar do conhecimento.
Sem apostilas,resolvi tomar emprestado um livro de meu filho,cedido ás escolas públicas pelo governo federal: "MATEMÁTICA AULA POR AULA".
Achei um bom começo,no entanto, a sensação que eu tinha,de que seria um aprendizado sem traumas,ruiu já na capa,onde alguma mente doentia,cuidou estampar em letras garrafais: "LIVRO NÃO-CONSUMÍVEL".
Após prolongada reflexão,sem no entanto chegar a conclusão alguma,socorri-me de um minidicionário também originado no Ministério Da Educação,para tentar lançar luz ao termo:"NÃO-CONSUMÍVEL".
Estes minidicionários cedidos pelo governo federal,para quem não sabe,não só nos dá o significado aproximado do vocábulo,como também ajudam na coordenação motora,além de serem ótimos aferidores oftalmológicos.
Folhá-lo até a letra "C",custaram-me dezenove caprichadas lambidas no indicador,além da pericia de um micro cirurgião.
Para lê-lo,mesmo contrariado,tive de fazer uso do que minha netinha convencionou chamar de:"zoom do vovô".
Tamanha a quantidade de saliva nas orelhas das páginas,fizeram-me temer.Torço que daqui a 100 anos,nenhum estudante de arqueologia, recém saído de uma de nossas universidades publicas,desenterre este livreto,faça um teste de Carbono-14 e de DNA e conclua que já na pré-história,os brasileiros eram tão ignorantes e subdesenvolvidos,que ao invés de lerem livros,os comiam.
Bem,resumindo, a tradução ficou próximo de: "LIVRO NÃO-USAR" ou "LIVRO NÃO-GASTAR.
De pronto percebi,que desta forma,a depender do Governo Federal,o caminho do saber será longo,penoso e,já,já,pedagiado.
Resolvi ser culto...basta,cansei!...ser homem médio até é legal,mas chega em um ponto que enche!.Quero ser um erudito,sorver o néctar do conhecimento.
Sem apostilas,resolvi tomar emprestado um livro de meu filho,cedido ás escolas públicas pelo governo federal: "MATEMÁTICA AULA POR AULA".
Achei um bom começo,no entanto, a sensação que eu tinha,de que seria um aprendizado sem traumas,ruiu já na capa,onde alguma mente doentia,cuidou estampar em letras garrafais: "LIVRO NÃO-CONSUMÍVEL".
Após prolongada reflexão,sem no entanto chegar a conclusão alguma,socorri-me de um minidicionário também originado no Ministério Da Educação,para tentar lançar luz ao termo:"NÃO-CONSUMÍVEL".
Estes minidicionários cedidos pelo governo federal,para quem não sabe,não só nos dá o significado aproximado do vocábulo,como também ajudam na coordenação motora,além de serem ótimos aferidores oftalmológicos.
Folhá-lo até a letra "C",custaram-me dezenove caprichadas lambidas no indicador,além da pericia de um micro cirurgião.
Para lê-lo,mesmo contrariado,tive de fazer uso do que minha netinha convencionou chamar de:"zoom do vovô".
Tamanha a quantidade de saliva nas orelhas das páginas,fizeram-me temer.Torço que daqui a 100 anos,nenhum estudante de arqueologia, recém saído de uma de nossas universidades publicas,desenterre este livreto,faça um teste de Carbono-14 e de DNA e conclua que já na pré-história,os brasileiros eram tão ignorantes e subdesenvolvidos,que ao invés de lerem livros,os comiam.
Bem,resumindo, a tradução ficou próximo de: "LIVRO NÃO-USAR" ou "LIVRO NÃO-GASTAR.
De pronto percebi,que desta forma,a depender do Governo Federal,o caminho do saber será longo,penoso e,já,já,pedagiado.
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