Existe em minha cidade um homem,que me faz nutrir certa esperança ainda em políticos.
Honesto,de elevado caráter,funcionário publico de carreira,bom pai e marido.
Minha admiração por ele,enquanto político,supera até o fato de ser meu tio.
Prefeito eleito,buscava a reeleição, e eu,certo de que tudo que acresce só abunda,ofereci-me para acompanhá-lo em suas jornadas diárias em busca de votos,que acabavam também sendo uma forma eficiente de fiscalizar os serviços de sua equipe.
Eu então acompanhava-o mantendo certa distância,observando a movimentação,tentando antecipar-me a qualquer armadilha da oposição,enfim,o típico trabalho de guarda-costas.
Se bem,que minhas próprias costas já me era um fardo por demais pesado à carregar.
De manhã a noite,lá íamos nós,de porta em porta,de casa em casa,acompanhado por centenas de pessoas,como que em uma procissão.
Todo o político,antes do sucesso é magro,feio,desengonçado.
Mas a medida que a intimidade com o poder cresce,ele vai se transformando de sapo em príncipe,já notaram?...
Meu tio não, Era apresentável já na tenra idade,sua reputação de homem sério e honesto cedo lhe colocou lado a lado com diversas autoridades,obrigando-o a zelar pela aparência.
Desta forma,costumava arrancar suspiros de todas as mulheres acima dos 30 Kg e que fizesse sombra.Posso assegurar-lhes que se olhares de desejo de uma mulher,fossem suficientes para que elas engravidassem,ele não teria de onde tirar dinheiro para tanta pensão alimentícia.
Certo dia,após longo discurso,seguido de centenas de apertos de mãos temperados à tapinhas nas costas, ele exausto,procura a sombra de uma frondosa arvore, escorando-se de formas a ficar a ela apoiado de ombro,com uma das pernas firmes ao chão dando sustentação ao corpo e, a outra perna, cruzada à frente,a famosa pose:”descanso do guerreiro”.
Mantive-me a distância,mas sem perde-lo de vista,dando-lhe alguns minutos de privacidade para atender o celular,quando observo aproximar-se dele um cãozinho de não mais que 6 meses,que percebendo que aquela perna,lindamente trajada com o mais puro linho estava dando sopa,resolveu saciar ali sua profunda sede de sexo que, aflorara da informação genética abruptamente trazida pela adolescência.
O animalzinho abraçou-se as pernas dele,com uma pegada de fazer inveja à um ator pornô,curvou suas costas e, com movimentos convulsivos,mandava ver um créu velocidade cinco,que lhe fazia babar de prazer.
Confesso que colei as placas.A cena era deveras grotesca e repugnante.
Nada no manual do guarda-costas constava, sobre ataques sexuais caninos,muito menos como atuar como terapeuta sexual.
Eu sabia que devia,se necessário fosse,protegê-lo com meu corpo,mas daí a dar as costas para um canino maníaco sexual,já era pedir demais.
Antes que eu conseguisse esboçar qualquer reação,escutei uma cabo-eleitoral dizer a outra:
-Olha lá!...olha lá!...o prefeito é tão lindinho,que até os cachorro querem transar com ele.
Deste incidente,creio,todos aprendemos uma lição:
Eu,que um guarda costas tem de estar preparado para absolutamente tudo.
O cãozinho, que para bolinar com um político,tem de ser cachorro grande.
Meu tio:que por melhor que seja o prefeito,sempre tem um animal tentando fú...com ele
Honesto,de elevado caráter,funcionário publico de carreira,bom pai e marido.
Minha admiração por ele,enquanto político,supera até o fato de ser meu tio.
Prefeito eleito,buscava a reeleição, e eu,certo de que tudo que acresce só abunda,ofereci-me para acompanhá-lo em suas jornadas diárias em busca de votos,que acabavam também sendo uma forma eficiente de fiscalizar os serviços de sua equipe.
Eu então acompanhava-o mantendo certa distância,observando a movimentação,tentando antecipar-me a qualquer armadilha da oposição,enfim,o típico trabalho de guarda-costas.
Se bem,que minhas próprias costas já me era um fardo por demais pesado à carregar.
De manhã a noite,lá íamos nós,de porta em porta,de casa em casa,acompanhado por centenas de pessoas,como que em uma procissão.
Todo o político,antes do sucesso é magro,feio,desengonçado.
Mas a medida que a intimidade com o poder cresce,ele vai se transformando de sapo em príncipe,já notaram?...
Meu tio não, Era apresentável já na tenra idade,sua reputação de homem sério e honesto cedo lhe colocou lado a lado com diversas autoridades,obrigando-o a zelar pela aparência.
Desta forma,costumava arrancar suspiros de todas as mulheres acima dos 30 Kg e que fizesse sombra.Posso assegurar-lhes que se olhares de desejo de uma mulher,fossem suficientes para que elas engravidassem,ele não teria de onde tirar dinheiro para tanta pensão alimentícia.
Certo dia,após longo discurso,seguido de centenas de apertos de mãos temperados à tapinhas nas costas, ele exausto,procura a sombra de uma frondosa arvore, escorando-se de formas a ficar a ela apoiado de ombro,com uma das pernas firmes ao chão dando sustentação ao corpo e, a outra perna, cruzada à frente,a famosa pose:”descanso do guerreiro”.
Mantive-me a distância,mas sem perde-lo de vista,dando-lhe alguns minutos de privacidade para atender o celular,quando observo aproximar-se dele um cãozinho de não mais que 6 meses,que percebendo que aquela perna,lindamente trajada com o mais puro linho estava dando sopa,resolveu saciar ali sua profunda sede de sexo que, aflorara da informação genética abruptamente trazida pela adolescência.
O animalzinho abraçou-se as pernas dele,com uma pegada de fazer inveja à um ator pornô,curvou suas costas e, com movimentos convulsivos,mandava ver um créu velocidade cinco,que lhe fazia babar de prazer.
Confesso que colei as placas.A cena era deveras grotesca e repugnante.
Nada no manual do guarda-costas constava, sobre ataques sexuais caninos,muito menos como atuar como terapeuta sexual.
Eu sabia que devia,se necessário fosse,protegê-lo com meu corpo,mas daí a dar as costas para um canino maníaco sexual,já era pedir demais.
Antes que eu conseguisse esboçar qualquer reação,escutei uma cabo-eleitoral dizer a outra:
-Olha lá!...olha lá!...o prefeito é tão lindinho,que até os cachorro querem transar com ele.
Deste incidente,creio,todos aprendemos uma lição:
Eu,que um guarda costas tem de estar preparado para absolutamente tudo.
O cãozinho, que para bolinar com um político,tem de ser cachorro grande.
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