Não pode ser um,
Deve ser quatro,
Para te cercar por todos os lados
Dessa parede,
Deve ser tudo isso pra
Poder em quatro patas agarrar-se no teto,
E de lá desse alto,
Cair boquiaberto,
Nesse mar de amor que tornaste liberto,
Um deus pra te ter
Não pode ser certo,
Deve ser breve,
E para todos – o mais discreto,
Cumprir sua missão com o peito totalmente aberto,
Para entrar-te e sair-te dessa morada,
Cantando, dançando, amando, sorrindo,
Por um caminho que até então era nada,
Mas sempre foi teu – oh linda amada,
Agora; assim... vem cada vez mais alucinaaada.
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