| Elogio aos Pretos Velhos |
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| Literatura - Epopéia |
Escrito por felipelucas |
Sáb, 25 de Outubro de 2008 22:35 |
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Lembram-se dos Srs. como Elegias cantadas Com atabaques e agogôs, Lembram-se de um luto que não se passa, E da promessa feita em Cabo Verde - Liberdade. Um amor que perpassa os séculos, e os indizíveis Esforços acumulados para reerguer um reino uno, Pautado por um canto fraterno, faz-nos parar Um instante, neste silencioso momento noturno. São eles anônimos, contentes e celebrantes, Amigos vitoriosos, benzedeiros, congadeiros, Curandeiros e reinantes, São painhos distantes a todo momento nos Abençoar, pelas idas ligeiras da vida e neste Eterno remar, por águas que desconhecemos E assim só temos que confiar, Aos sempiternos errantes a nos amparar Pelos comboios e embates da lida ter que Contar. Por isso, não falhemos agora, com palavras Amigas em lhes agradar: Deus abençoe seus dias, Obrigado por nos embalar, Nesta canoa ligeira, que confio aonde chegar. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Dom, 26 de Outubro de 2008 16:12 |


